Registrar não é proteger. Veja como a Registre.se conduz o registro de marca no INPI: diagnóstico, estratégia, classes, prazos e acompanhamento.
No Brasil, a marca é de quem registra primeiro.
Fale com um especialista e receba a melhor estratégia para registrar a sua marca.
Você abriu a empresa, escolheu o nome, investiu em logo, fachada, site e redes sociais. Colocou a sua cara no negócio. Agora responde com sinceridade: esse nome é mesmo seu? Enquanto você constrói a sua marca todos os dias, existe um risco silencioso trabalhando contra você, a chance de outra pessoa registrar o nome antes e, do dia para a noite, você ter que recomeçar do zero. A boa notícia: dá para resolver isso com clareza e sem dor de cabeça. Neste texto, a gente mostra exatamente como conduz o registro de uma marca, do primeiro papo até o certificado.
Resumo rápido: Na Registre.se, o registro de marca começa com um diagnóstico do negócio (como você usa a marca, em que mercado atua e quais riscos já existem), segue para uma estratégia com o tipo de marca, as classes certas e análise de colidências, passa pelo depósito e pelo exame no INPI e termina no certificado, com acompanhamento em cada etapa.
Registrar um nome não é a mesma coisa que proteger uma marca
Muita gente trata o registro como um formulário: preenche, paga a guia e espera o certificado chegar. Feito assim, às vezes o pedido até é aprovado. Só que aprovar um pedido e blindar a sua marca são coisas diferentes.
É a mesma diferença entre ter uma apólice de seguro guardada na gaveta e estar de fato coberto quando o problema aparece. O registro só cumpre o papel dele quando protege o jeito como o seu negócio usa a marca de verdade, no mercado em que você atua e no tamanho que você pretende crescer. Por isso, aqui na Registre.se, a gente pensa na estratégia antes de qualquer protocolo. Você continua sendo o dono da história: o nosso papel é ser o especialista que tira a burocracia do seu caminho.
Dúvidas sobre o registro da sua marca?
Um especialista explica as etapas no INPI e o melhor caminho para o seu caso.
Antes de tudo, a gente entende o seu negócio: o diagnóstico da marca
Todo processo começa com uma conversa e um diagnóstico. E olha, não é do nome solto, é da sua marca dentro da operação real. Nessa etapa, identificamos alguns pontos que mudam completamente a estratégia de proteção:
Como você usa a marca hoje: só o nome, só o símbolo, ou os dois sempre juntos? A resposta define o tipo de marca que você precisa proteger.
Em que mercado você atua: vende produto, presta serviço, ou os dois? Isso define as classes em que o seu registro precisa existir.
Para onde o seu negócio está indo: vai lançar novas linhas, abrir franquias, licenciar a marca? A proteção precisa acompanhar o seu crescimento, não só o presente.
Que riscos já existem: tem marca parecida já depositada? Concorrente próximo? Uma boa busca de anterioridade mostra o terreno antes de você investir tempo e dinheiro.
É desse diagnóstico que sai a nossa recomendação. E ela nem sempre é um registro só. Às vezes, proteger a sua marca de verdade pede mais de um pedido, em classes e formatos diferentes.
Os tipos de marca no INPI (e o que cada um protege)
No INPI, a sua marca pode ser registrada em diferentes tipos, também chamados de formas de apresentação. Os três mais comuns são estes, e cada um protege uma coisa diferente.
Nominativa: protege o nome em si, independentemente da fonte, da cor ou do estilo gráfico. É a base quando o mais importante é a palavra que identifica o seu negócio. Nomes genéricos ou descritivos demais, porém, têm mais dificuldade de ser registrados.
Figurativa: protege o símbolo, o desenho, o ícone ou letras e números em formato estilizado, sem o nome escrito de forma convencional. Faz sentido quando a sua identidade visual já tem valor sozinha.
Mista: protege a combinação de nome e símbolo, na composição em que aparecem, ou o nome escrito de forma estilizada. Repare no detalhe: se você registra só o misto, o seu nome pode não ficar garantido quando usado sozinho. É esse tipo de detalhe que separa um registro que parece completo de um que realmente é.
Existem ainda a marca tridimensional (a forma de um produto ou embalagem que, por si só, identifica a marca) e a marca de posição, mais raras e indicadas para casos específicos.
Registrar a marca é proteger o seu investimento.
Converse com um especialista antes de dar o próximo passo.
As classes de marca: a sua marca não é protegida para tudo
Esse é um ponto que quase ninguém explica com calma, então vamos devagar. A sua marca não é protegida para qualquer coisa. Ela é protegida dentro de classes, que são segmentos de atividade organizados por uma tabela internacional (a Classificação de Nice) adotada pelo INPI. No total, são 45 classes: 34 para produtos e 11 para serviços. Dentro de cada classe, a proteção vale para os produtos e serviços que você indica no pedido, e não para a classe inteira. Na análise, o INPI também considera atividades parecidas ou relacionadas, mesmo em classes diferentes, e a lei prevê proteção mais ampla para marcas muito famosas (as de alto renome e as notoriamente conhecidas).
Escolher classes de menos deixa partes do seu negócio “soltas”. Escolher classe demais gera custo sem retorno. O trabalho fino está em mapear onde a sua marca atua, e onde vai atuar, e traduzir isso na combinação certa. Pense em um restaurante que também vende produtos com a própria marca: ele não cabe em uma classe só.
A estratégia: às vezes, um registro só não basta
Juntando as peças (tipo de marca, classes e planos de crescimento), a gente monta a estratégia de proteção. É a hora em que o diagnóstico vira decisão. Na prática, respondemos perguntas como:
Vale proteger o nome e o símbolo separados, ou o conjunto resolve?
Em quais classes registrar agora, e quais deixar mapeadas para a próxima fase?
Existe algum risco de conflito que peça uma abordagem específica no pedido?
Se você já tem um negócio consolidado, com várias marcas ou linhas sob o mesmo guarda-chuva, essa camada é ainda mais decisiva. Quanto mais tempo de mercado, mais a sua marca vale e mais dói perdê-la. A estratégia existe justamente para a proteção acompanhar o tamanho do que você construiu.
No Brasil, a marca é de quem registra primeiro.
Fale com um especialista e receba a melhor estratégia para registrar a sua marca.
Como funciona o registro no INPI, passo a passo
Agora, a parte que gera mais curiosidade (e mais dúvida). O registro no Brasil segue etapas bem definidas. Entender cada uma ajuda você a ter uma expectativa realista sobre o prazo, sem ansiedade e sem sustos.
Etapa
O que acontece
Prazo de referência
1. Protocolo do pedido
Fazemos o depósito no sistema e-Marcas do INPI, com a emissão e o pagamento da guia. É aqui que nasce a sua prioridade: no Brasil, em regra, vale quem depositou primeiro, não quem usa o nome há mais tempo.
Imediato
2. Publicação na RPI
O pedido é publicado na Revista da Propriedade Industrial e passa a ser público. A partir daí, qualquer pessoa consegue ver o que foi depositado.
De 30 a 60 dias
3. Prazo de oposição
Nesse período, outra pessoa ou empresa pode se opor ao seu pedido, alegando, por exemplo, semelhança com uma marca anterior, má-fé ou direito de precedência. Se acontecer, a gente prepara e protocola a sua defesa.
60 dias
4. Exame de mérito
O examinador do INPI analisa o seu pedido a fundo. Ele pode fazer exigências, que a gente responde dentro do prazo, e no fim defere ou indefere.
Cerca de 18 meses*
*Prazos de referência. Segundo dados do próprio INPI referentes a 2025, um pedido sem oposição levou em média cerca de 18 meses, do depósito até a decisão, contando também a publicação e o prazo de oposição. Pedidos com oposição levaram em média cerca de 34 meses.
Uma ponto importante e honesto: quem decide o resultado é o INPI, então nenhum escritório sério promete deferimento. O que a gente garante é a condução técnica certa em cada etapa.
Depois do protocolo, a gente não some (e fica de olho nos golpes)
Protocolar não é o fim do trabalho, é o começo do acompanhamento. Durante os meses de análise, o seu pedido precisa ser monitorado de perto: as publicações na RPI, as oposições e as exigências do INPI têm prazo para resposta, e deixar passar o prazo de uma exigência pode levar ao arquivamento do pedido. Por isso você acompanha cada etapa com a gente, em vez de ficar esperando notícias.
Esse cuidado também protege você de uma fraude bem comum. Depois que o pedido é publicado e fica público, muita gente recebe boletos falsos de taxa de publicação por e-mail ou SMS, imitando o INPI. Guarda bem isto: o INPI não manda boleto de cobrança por e-mail e não cobra taxa de publicação nacional. Qualquer cobrança assim é sinal de alerta, e você pode falar com a gente antes de pagar seja o que for.
Com a Registre.se, todo cliente tem acesso à Meu Registro ®️, a nossa página exclusiva onde dá para acompanhar cada passo do processo em tempo real, do protocolo no INPI até a concessão do certificado. É tudo claro e no seu tempo: você entra quando quiser, vê exatamente em que etapa a sua marca está, o que já foi feito e o que vem pela frente, sem precisar ligar, mandar e-mail ou esperar retorno.
Sem burocracia, sem precisar esperar respostas. Você consulta quando quiser e sabe exatamente o que já foi feito e o que vem pela frente.
Por que tanta gente confia esse caminho à Registre.se
Todo esse cuidado (o diagnóstico, os formatos, as classes, a estratégia e o acompanhamento) tem um resultado concreto. Já ajudamos mais de 4.000 marcas em todo o Brasil, com 86% de deferimento geral, contra cerca de 60% da média do mercado. E quando a nossa pesquisa aponta que a marca é viável, esse índice sobe para 98%. Nas avaliações do Google, são 100% de notas 5 estrelas. É isso que acontece quando cada pedido é tratado como uma decisão estratégica, e não como um formulário.
Começar é simples:
Fale com um especialista: agente entende o seu negócio e define a estratégia certa para a sua marca.
Receba o parecer: tudo explicado com clareza; tipo de marca, classe ideal e riscos, sem juridiquês.
Registre com segurança: a gente cuida de tudo no INPI, do início ao fim, e você acompanha cada etapa.
A sua marca já está protegida do jeito que o seu negócio realmente funciona? Se você ficou na dúvida agora, esse é exatamente o ponto de partida. Fale com um especialista da Registre.se e descubra o que a sua marca precisa proteger, antes que alguém descubra por você.
Dúvidas frequentes sobre registro de marca
Separamos as perguntas que mais aparecem na nossa conversa com empreendedores, com a resposta direta logo no começo.
Como a Registre.se conduz o registro de uma marca?
A gente começa com um diagnóstico do seu negócio: como você usa a marca, em que mercado atua, para onde quer crescer e quais riscos já existem. Desse diagnóstico sai a estratégia, com o tipo de marca e as classes certas. Realizamos a análise de colidência. Depois cuidamos do depósito e do acompanhamento no INPI até o certificado, e você vê cada etapa em tempo real na página Meu Registro.
Qual a diferença entre registrar e proteger uma marca?
Registrar é ter o pedido aprovado. Proteger é garantir que o registro cubra o jeito como o seu negócio usa a marca de verdade, no mercado em que você atua e no tamanho que pretende crescer. Por isso, na Registre.se, a estratégia vem antes do protocolo.
Quanto tempo demora para registrar uma marca no INPI?
Em média, cerca de 18 meses até a decisão quando não há oposição, segundo dados do próprio INPI referentes a 2025. Se houver oposição, a média sobe para cerca de 34 meses. Para casos específicos, o INPI oferece um trâmite prioritário, com vagas limitadas e critérios próprios.
Qual a diferença entre marca nominativa, figurativa e mista?
A nominativa protege o nome, independentemente da fonte, da cor ou do estilo gráfico. A figurativa protege o símbolo, o desenho ou letras e números estilizados. A mista protege a combinação de nome e símbolo, ou o nome escrito de forma estilizada. Muitas vezes, a melhor estratégia combina mais de um tipo.
Se outra pessoa depositar o meu nome primeiro, eu perco a marca?
Olha, em regra vale quem depositou primeiro, e não quem usa o nome há mais tempo. Existem exceções, como o direito de precedência de quem já usava a marca de boa-fé há pelo menos 6 meses antes do depósito, mas depender delas é arriscado. Por isso o ideal é registrar antes que alguém o faça.
Abrir o CNPJ ou registrar o domínio já protege a minha marca?
Não. O registro na Junta Comercial protege o nome empresarial, e o domínio garante apenas o endereço do seu site. Quem protege a marca, com uso exclusivo em todo o território nacional dentro das classes escolhidas, é o registro no INPI. Entenda melhor em marca registrada não é sinônimo de proteção.
Como saber se um boleto do INPI é golpe?
O INPI não envia boleto: a GRU é gerada por você ou pelo seu representante no sistema do INPI. Segundo o alerta oficial do INPI, qualquer boleto emitido sem que você tenha pedido não tem relação com o instituto. Na dúvida, fale com a gente antes de pagar.
Por quanto tempo vale o registro de marca?
O registro vale por 10 anos, contados da concessão, e pode ser renovado por períodos iguais e sucessivos. A renovação precisa ser pedida dentro do prazo, por isso o acompanhamento continua depois que o certificado chega.
Próximo passo
Proteja a sua marca
Solicite o contato de um de nossos especialistas para entender qual a melhor estratégia para proteção da sua marca.
Entenda o trâmite prioritário de marcas do INPI (Portaria 66/2026): quem pode pedir, as cotas de 2026, os prazos e como acelerar o registro da sua marca.
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